Estudo feito pela Grant Thornton International, representada no Brasil pela Terco Grant Thornton, mostra que o imposto que mais pesa para o empresário brasileiro são os referentes à contratação de pessoal, como INSS e FGTS.
De acordo com o estudo, chamado International Business Report (IBR) e que ouve apenas empresas privadas de capital fechado (privately held businesses, ou PHBs, em inglês), 45% dos brasileiros ouvidos (no total foram 150, sendo cem de São Paulo, 25 do Rio de Janeiro e 25 da Bahia) citaram essa resposta.
A pesquisa ouviu, no total, 7.400 empresas de 36 economias. Na média geral, o que mais pesa, de acordo com os entrevistados, é o imposto sobre lucros (26%), seguido de tributos com empregados (23%) e imposto de renda (22%).
“Quanto ao Brasil, isso demonstra novamente um dos grandes entraves ao nosso desenvolvimento, pois desestimula o emprego formal e, por consequência, se traduz em relevantes perdas sociais”, diz Wanderlei Ferreira, sócio da Terco Grant Thornton, na qual é o responsável pela divisão de Tax.
“O estudo reforça ainda mais que está na hora de o governo brasileiro rever a legislação trabalhista”, diz. “De forma geral, os encargos trabalhistas e previdenciários podem representar um custo equivalente a 100% do valor do próprio salário pago ao funcionário”, completa. Deste montante, na média o INSS pago pela empresa representa algo em torno de 27,8%.
Em segundo lugar, na lista de tributos que mais pesam, os brasileiros citaram os impostos indiretos, como o ISS, o ICMS e o IPI, que tiveram 19% das respostas
“Essa também é outra característica marcante do sistema tributário brasileiro e reflete bem o sentimento do empresário quanto à carga incidente e também sobre a forma complexa que a União, estados e municípios impõem aos contribuintes a respectiva arrecadação desses tributos.”
Fonte: UOL.
De acordo com o estudo, chamado International Business Report (IBR) e que ouve apenas empresas privadas de capital fechado (privately held businesses, ou PHBs, em inglês), 45% dos brasileiros ouvidos (no total foram 150, sendo cem de São Paulo, 25 do Rio de Janeiro e 25 da Bahia) citaram essa resposta.
A pesquisa ouviu, no total, 7.400 empresas de 36 economias. Na média geral, o que mais pesa, de acordo com os entrevistados, é o imposto sobre lucros (26%), seguido de tributos com empregados (23%) e imposto de renda (22%).
“Quanto ao Brasil, isso demonstra novamente um dos grandes entraves ao nosso desenvolvimento, pois desestimula o emprego formal e, por consequência, se traduz em relevantes perdas sociais”, diz Wanderlei Ferreira, sócio da Terco Grant Thornton, na qual é o responsável pela divisão de Tax.
“O estudo reforça ainda mais que está na hora de o governo brasileiro rever a legislação trabalhista”, diz. “De forma geral, os encargos trabalhistas e previdenciários podem representar um custo equivalente a 100% do valor do próprio salário pago ao funcionário”, completa. Deste montante, na média o INSS pago pela empresa representa algo em torno de 27,8%.
Em segundo lugar, na lista de tributos que mais pesam, os brasileiros citaram os impostos indiretos, como o ISS, o ICMS e o IPI, que tiveram 19% das respostas
“Essa também é outra característica marcante do sistema tributário brasileiro e reflete bem o sentimento do empresário quanto à carga incidente e também sobre a forma complexa que a União, estados e municípios impõem aos contribuintes a respectiva arrecadação desses tributos.”
Fonte: UOL.
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