O faturamento da indústria registrou queda de 4,9% em abril, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (8) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). As horas trabalhadas também caíram, em 3,4% em abril na comparação com o mês de março.
O movimento é visto pelo setor como uma acomodação da indústria, após o ritmo forte de expansão causado pelas desonerações fiscais, com a redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), segundo Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da CNI.
- Com os resultados de abril podemos observar uma acomodação da indústria após o primeiro trimestre que foi de crescimento bastante intenso. Portanto essa acomodação já era esperada. Um dos motivos foi a retirada dos incentivos fiscais do governo, que geraram uma aceleração da produção e do consumo nos primeiros meses do ano.
No final de 2008, no auge da crise financeira o governo liberou um pacote de “ajuda” à indústria para evitar uma queda na produção, que seria provocada pela diminuição no consumo dos brasileiros. O governo diminuiu o valor do imposto para baratear os produtos e incentivar as pessoas a continuarem a comprar, mesmo diante à crise. Na ocasião, os setores beneficiados foram: automóveis, móveis, linha branca e construção.
Apesar da queda de faturamento e das horas trabalhadas, o uso da capacidade instalada - que demonstra o ritmo de produção - manteve o crescimento registrado ao longo do ano, passando de 82,2% em março para 83% em abril, atingindo os níveis pré-crise financeira mundial, registrados em setembro de 2008.
Com a menor atividade industrial, o emprego também cresceu em ritmo menor, apenas 0,1% em relação ao mês anterior. Com a retomada do setor, um dos mais atingidos no Brasil pela crise financeira mundial, o emprego cresce na indústria há nove meses seguidos.
Para o mês da maio, a CNI prevê novamente um conjunto de resultados positivos, mas com ritmo de crescimento menor do que o observado no primeiro trimestre. Se não houver queda de faturamento ao longo do ano- o que não está no cenário traçado pela CNI- a previsão é de crescimento de 8% no faturamento da indústria em 2010 na comparação com o ano de 2009.
Fonte: R7 - Notícias.
O movimento é visto pelo setor como uma acomodação da indústria, após o ritmo forte de expansão causado pelas desonerações fiscais, com a redução do IPI (Imposto sobre Produto Industrializado), segundo Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da CNI.
- Com os resultados de abril podemos observar uma acomodação da indústria após o primeiro trimestre que foi de crescimento bastante intenso. Portanto essa acomodação já era esperada. Um dos motivos foi a retirada dos incentivos fiscais do governo, que geraram uma aceleração da produção e do consumo nos primeiros meses do ano.
No final de 2008, no auge da crise financeira o governo liberou um pacote de “ajuda” à indústria para evitar uma queda na produção, que seria provocada pela diminuição no consumo dos brasileiros. O governo diminuiu o valor do imposto para baratear os produtos e incentivar as pessoas a continuarem a comprar, mesmo diante à crise. Na ocasião, os setores beneficiados foram: automóveis, móveis, linha branca e construção.
Apesar da queda de faturamento e das horas trabalhadas, o uso da capacidade instalada - que demonstra o ritmo de produção - manteve o crescimento registrado ao longo do ano, passando de 82,2% em março para 83% em abril, atingindo os níveis pré-crise financeira mundial, registrados em setembro de 2008.
Com a menor atividade industrial, o emprego também cresceu em ritmo menor, apenas 0,1% em relação ao mês anterior. Com a retomada do setor, um dos mais atingidos no Brasil pela crise financeira mundial, o emprego cresce na indústria há nove meses seguidos.
Para o mês da maio, a CNI prevê novamente um conjunto de resultados positivos, mas com ritmo de crescimento menor do que o observado no primeiro trimestre. Se não houver queda de faturamento ao longo do ano- o que não está no cenário traçado pela CNI- a previsão é de crescimento de 8% no faturamento da indústria em 2010 na comparação com o ano de 2009.
Fonte: R7 - Notícias.
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