O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, manifestou-se contrário à guerra fiscal. Para ele, a concessão de benefícios por um Estado em detrimento de outro prejudica a população mais pobre, beneficia multinacionais que não precisam desses incentivos e cria insegurança jurídica para os investidores.
“A guerra fiscal é predatória”, afirmou Alckmin. “Ela desorganiza o mercado e cria insegurança jurídica, o que afasta investimentos.” Segundo o governador, os governos locais oferecem benefícios para multinacionais bilionárias, quando esse dinheiro poderia ser utilizado para atender demandas da população carente, como saúde e educação.
Outro problema, para Alckmin, é que, apesar de o STF ter proibido a guerra fiscal, estados continuam concedendo benefícios. “A lógica da democracia deve ser o respeito à lei”, afirmou o governador, durante debate no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).
Fonte: Valor Econômico.
“A guerra fiscal é predatória”, afirmou Alckmin. “Ela desorganiza o mercado e cria insegurança jurídica, o que afasta investimentos.” Segundo o governador, os governos locais oferecem benefícios para multinacionais bilionárias, quando esse dinheiro poderia ser utilizado para atender demandas da população carente, como saúde e educação.
Outro problema, para Alckmin, é que, apesar de o STF ter proibido a guerra fiscal, estados continuam concedendo benefícios. “A lógica da democracia deve ser o respeito à lei”, afirmou o governador, durante debate no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).
Fonte: Valor Econômico.
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