quinta-feira, 17 de março de 2011

Campanha contra a volta da CPMF (CSS)

O temor de que a CPMF possa ser, de alguma forma, reavivada cresceu no final do ano passado, quando a então presidente eleita Dilma Rousseff sinalizou que poderia discutir com os governadores a recriação do tributo.

A rejeição da sociedade à cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) gerou a extinção desse imposto no Senado, em 13 de dezembro de 2007. A CPMF gerava aos cofres públicos receita próxima a R$ 40 bilhões por ano. Segundo seus maiores críticos, a contribuição nunca foi fonte de recursos para a área de saúde, como constava na proposta que a originou.

O temor de que a CPMF possa ser, de alguma forma, reavivada cresceu no final do ano passado, quando a então presidente eleita Dilma Rousseff sinalizou que poderia discutir com os governadores a recriação do tributo. Nessa nova investida, o imposto seria denominado Contribuição Social para a Saúde (CSS).

Não demoraram para surgir diversas iniciativas, em todo o País, para barrar essa ideia. Em ato público realizado no início de dezembro pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o então presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, afirmou que a sociedade está mobilizada para impedir qualquer tentativa de criação ou aumento de impostos.

Paralelamente foi relançado o movimento Xô CPMF – que, por meio de um site na internet (www.xocpmf.com.br), pretende sensibilizar a sociedade sobre os danos trazidos pela contribuição. Na página é possível participar de um abaixo-assinado contra a reativação da CPMF.

Fonte: Diário do Comércio.

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